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Em parceria com Vereador Coronel Salles, Câmara orienta sobre atendimento adequado ao autista

Na terça-feira (21), em parceira com o mandato do Vereador Coronel Salles, a Secretaria de Recursos Humanos e a Equipe de Seleção, Desenvolvimento e Avaliação Pessoal da Câmara Municipal de São Paulo promoveu a palestra "TEA" para orientar e qualificar servidores municipais para o atendimento adequado a pessoas com o Transtorno do Espectro Autista.


Com participação do psicólogo e instrutor Paulo Ribeiro Omeltech, do Instituto Jô Clemente, e da fundadora do projeto Casa de Antônio e mãe atípica Kátia Apolinário, o encontro abordou desde questões conceituais sobre o TEA, passando pelos comportamentos mais comuns entre as pessoas autistas até as formas corretas de abordagem a este público. "Tentar perguntar se precisa de ajuda, buscar os apoios que a pessoa está necessitando naquele momento, não julgar e nem pressupor que ela sabe ou não sabe alguma coisa. É realmente deixar com que a pessoa se manifeste”, orientou Paulo.


O psicólogo também explicou que utilizar palavras simples e frases curtas, de forma pausada, durante a comunicação com o autista é essencial para a compreensão da mensagem. "Tentar usar sempre uma linguagem clara facilita, evitando termos difíceis. A comunicação não verbal também ajuda. Devemos nos expressar com gestos, figuras, vídeos e imagens que possam ilustrar", exemplificou.


Representando não só o gabinete do vereador Coronel Salles mas também toda a comunidade autista, Kátia Apolinário alertou sobre a incidência do autismo na sociedade, que é cada vez mais prevalente. “Hoje, a cada 36 nascimentos um é de autista. Mas a previsão aponta que, em 2050, sejamos um para um. Por isso é importante falar sobre isso, para que a gente crie políticas públicas a respeito. Essa é a ideia deste evento”, afirmou.


Kátia também falou sobre a realidade e os desafios que as mães atípicas enfrentam todos os dias, e mostrou as dificuldades de se conseguir atendimento adequado, seja público ou privado. "Hoje a terapia custa em torno de R$ 300 por sessão. A gente precisa de, no mínimo, seis por semana. O SUS tem uma espera de dois anos para essas terapias, isso quando a gente consegue", relatou rela, que aguarda pelo atendimento no sistema público de saúde.


Programa Servidor Amigo do Autista

De autoria do vereador Coronel Salles, o Programa Servidor Amigo do Autista (PSAA), lei sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes em abril, visa garantir dignidade e respeito às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), treinando e qualificando todos os servidores municipais com conhecimentos teóricos e práticos para lidarem adequadamente com o público autista e seus familiares.


Com a medida, mais de 300 mil servidores públicos diretos e indiretos de equipamentos e repartições como atendentes, professores, guardas-civis metropolitanos, agentes de trânsito, enfermeiros, médicos, entre outros, passarão pelos treinamentos de qualificação.


Veja aqui a lei que cria o Programa Servidor Amigo do Autista.



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